
Empresa da INCIT testa equipamento em Competição
Baja SAE Brasil-Petrobras

A E-MX, empresa integrada a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá (INCIT), anteriormente denominada Motech, realizou testes de seu equipamento, destinado para o segmento motociclístico off-road (fora de estrada), durante a 13ª Competição Baja SAE Brasil-Petrobras, realizada de 15 a 18 de março de 2007, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo, em Piracicaba (SP).
O equipamento, que ainda não possui nome definido, foi testado em parceria com a Equipe Mini-Baja SACI V, formada por alunos dos cursos de Engenharia Mecânica, de Automação e de Produção da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI).
Segundo os sócios da E-MX, Antonio Tadeu Lyrio de Almeida Júnior, responsável pelo o desenvolvimento do software e hardware dos produtos, e Luiz Sérgio Pinto Ribeiro, responsável pela engenharia do produto e peças mecânicas, a Competição ofereceu ambiente propício para os testes do equipamento.
Acoplado ao Mini-Baja SACI V, o equipamento obteve 100% de aprovação, validando todos os seus quesitos técnicos: durabilidade mecânica, resistência a impactos e chuva, versatilidade na mudança de funções, entre outros. “Conseguimos verificar que o projeto atende tudo que foi prospectado em seu desenvolvimento. Agora, passamos para as fases de finalização do design e comercialização do equipamento”, falaram os sócios da E-MX.
Eles destacaram, também, o fato da Competição ser promovida e gerida pela SAE - Sociedade de Engenheiros da Mobilidade - Associação sem fins lucrativos que congrega pessoas físicas (engenheiros, técnicos e executivos) unidas pela missão comum de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade em suas variadas formas: terrestre, marítima e aeroespacial - o que confere maior credibilidade aos testes realizados.
Durante o evento, especificamente na Prova de Inovação, os juizes analisaram o equipamento da E-MX como um item inovador para o Mini-Baja SACI V da UNIFEI, visto que nenhuma das 60 outras equipes competidoras apresentava esse tipo de recurso tecnológico, com destaque para o conta giro digital por barras, indicador de luz de freio e indicador do cronômetro regressivo.
O equipamento da E-MX tem como público-alvo os motociclistas que praticam trilhas, não necessariamente profissionais do off-road, possibilitando ao piloto conhecer melhor sua moto e, conseqüentemente, melhorar sua pilotagem. Para isto, o equipamento oferece diversas funções, entre elas: - Conta giro gráfico; - Velocímetro Digital; - Odômetro parcial ou total; - Cronômetro parcial ou total; - Gravação de três viagens; - Shift Light programável (programa a melhor hora para troca de marcha); - Alarme de Velocidade programável; e - Horímetro (tempo de funcionamento do motor).
“O equipamento da E-MX é
diferente dos que já existem no mercado e a
idéia para seu desenvolvimento surgiu da
percepção de que os pilotos
de
trilha, enduro, ou outro esporte motociclístico
off-road, não profissionais,
necessitam conhecer melhor a moto em termos de
potencia, troca de marcha, velocidade, por
exemplo, para que transponham mais facilmente os
obstáculos e melhorem a pilotagem”, explicaram
os sócios da E-MX.
(Foto: Os sócios da E-MX, Luiz
Sérgio e Antonio Tadeu, com os estagiários da
empresa incubada - esq p/ dir)
Um dos destaques do equipamento é sua fácil programação, com simples opções de menu explicadas passo-a-passo no manual de uso, não exigindo que o usuário tenha conhecimentos da alta tecnologia utilizada para o desenvolvimento do aparelho.
Informações: INCIT e CEGEIT (35) 3621-1897 e 3622-1837
Itajubá, 22 de março de 2007.
Herika Nogueira
Assessora em Comunicação da INCIT e CEGEIT